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ITCMD: o que muda com a reforma tributária e como se preparar

A reforma tributária trouxe uma alteração que parece simples, mas tem consequências profundas: a obrigatoriedade de alíquotas progressivas para o ITCMD em todos os estados brasileiros. Parece técnico demais? Deixe-me traduzir: em muitos estados, o custo de transmitir bens para os herdeiros pode dobrar.

Essas mudanças afetam diretamente quem pensa em organizar a sucessão do patrimônio familiar. E afetam de formas que nem sempre são óbvias.

Se você tem um patrimônio relevante, seja em imóveis, participações em empresas, aplicações financeiras ou terras produtivas, este é o momento de avaliar a situação.

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7 sinais de que sua família precisa de um planejamento patrimonial

Planejamento patrimonial costuma ser um daqueles assuntos que ficam sempre para depois. A rotina é intensa, os negócios demandam atenção, e pensar em sucessão parece algo distante, coisa para resolver "quando chegar a hora".

O problema é que a hora certa de planejar é justamente quando tudo está bem. Quando há saúde, clareza para tomar decisões e tempo para estruturar as coisas com calma. Esperar o momento de urgência quase sempre significa pagar mais caro em impostos, em desgaste familiar e em oportunidades perdidas.

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Sucessão em propriedades rurais: como evitar conflitos e preservar a terra na família

Para quem vive da terra, a propriedade rural é muito mais do que um bem. É o resultado do trabalho de uma vida inteira e às vezes de várias gerações. É sustento, identidade e, não raro, o lugar onde a família nasceu e cresceu.

Com planejamento adequado, é possível organizar a sucessão de forma que a propriedade se mantenha produtiva, a família permaneça unida e cada herdeiro receba tratamento justo.

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Os 5 erros mais comuns na sucessão de empresas familiares

Empresas familiares têm uma força extraordinária. A combinação de visão de longo prazo, comprometimento pessoal e valores compartilhados permite que muitas delas atravessem décadas e se tornem referência em seus mercados.

Mas essas mesmas empresas carregam uma fragilidade silenciosa: a sucessão. Estatísticas frequentemente citadas indicam que apenas uma fração das empresas familiares sobrevivem até a terceira geração. E embora os números variem conforme a fonte, a realidade que eles apontam é inegável: a passagem do bastão é o momento de maior risco na vida de um negócio familiar.

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